Volume 3 Edição 1 

Dossiê: Primeira Guerra Mundial (1914-1918) - Nov. 2014

Novos membros, novos desafios, novas conquistas

Lúcio Flávio Borges Neto

A face feminina da guerra

Samyres Amaral Freitas

A Eficiência do Aço: Tecnologia Bélica e a Herança da Batalha de Cambrai (1917)

Fernando César

Resenha do filme Feliz Natal

Juliana Caulo e Leandro Ortolan

TEORIA DE CONTENÇÃO DO RIMLAND E EFEITOS NA PRÁXIS DA POLÍTICA EXTERNA NORTE-AMERICANA

Ariane Costa dos Santos

Resumo: Este artigo tem por objetivo analisar a teoria geopolítica do autor Nicholas Spykman na formulação da defesa estratégica dos EUA no pós-Segunda Guerra assim como seus efeitos posteriores na formulação da política externa norte-americana. É desenvolvido aqui que sua teoria é dotada de caráter profundamente realista-ofensivo, prescrevendo ações imperialistas e prevendo a guerra para alcançar os interesses nacionais estratégicos. O objetivo desta análise é perceber as conseqüências práticas de sua perspectiva teórica maquiavélica-hobbesiana, lançadora das bases de uma política realista de ação preventiva norte-americana por toda a costa eurasiática, explicitando as consequências de uma teoria ofensiva de caráter preventivo.

A invasão do Iraque e o Programa Iraquiano de Armas de Destruição em Massa

Lucas Hage Chagas

Resumo: Logo após o início da invasão ao Iraque, em março de 2003, o presidente norte-americano George W. Bush fez um pronunciamento de justificação da mobilização das tropas. A existência de um programa de desenvolvimento de armas de destruição em massa, alimentado pelo regime de Saddam Hussein, foi um dos argumentos apontados para dar suporte à “resposta” liderada pelos Estados Unidos. Após a invasão e ocupação do país, as buscas pelos famigerados armamentos se mos-

trou infrutífera e os governos americano e britânico, sobretudo, acharam-se pressionados pela opinião pública internacional, que ainda lhes cobra as reais motivações da invasão do Iraque.

A Questão do Caso da Apatridia no Direito Brasileiro

Anderson Amendola

A Visão do Especialista: Felix Dane

Agatha Lopes

Resenha do livro relato de guerra extrema

Yasmin Paes

A Utopia dos Inocentes

Agatha de Souza Lopes

Cicatrizes em Verdun

Daiane Leticia Ferreira

Entrevista com Prof. Olivier Compagnon

Neto Borges e João Pedro Levy

DE KIEV A FORTALEZA: A CRISE UCRANIANA E O FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL DO BRICS

Ana Carolina Macedo Abreu

Resumo: Neste artigo, o BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) é compreendido como uma grupamento alternativo, comprometido com a reforma dos mecanismos de governança internacional e com a defesa do multilateralismo. É desenvolvido um estudo de caso, em que a VI Cúpula dos BRICS é analisada a partir da crise ucraniana. Em uma conjuntura em que as potências ocidentais procuram isolar a Rússia da comunidade internacional, a manutenção da agenda do BRICS e o aprofundamento das relações intragrupo mediante a geração de instituições próprias (Banco BRICS e Arranjo Contingente de Reservas) são entendidos como sinalizadores de fortalecimento do bloco.

Do Atlântico ao Pacífico: A Infraestrutura e a Política Integracionista Sul-Americana

Renato Tomaz Borges

Resumo: O presente artigo tem como objetivo discutir a nova integração na América do Sul que se encontra em ascensão desde a virada do milênio. Iniciada a partir de uma reunião de chefes de Estado no ano 2000, o regionalismo atual vem buscando soluções para os antigos problemas infraestruturais do subcontinente sul-americano e reflete os interesses do Estado brasileiro que, em conjunto com os demais vizinhos, congrega esforços, ainda que incipientes, no sentido de expandir o sistema de poder sul-americano tanto na sub-região banha da pelo Oceano Atlântico quanto no Oceano Pacífico. No entanto, verifica-se que a maturação de um ideário geopolítico próprio para a união dos Estados sul-americanos não superou a fase da integração limitada e temerosa baseada no regionalismo aberto.

Dívida Argentina: Crônica de uma morte anunciada

Luana A.Ayala

A Reeleição de Dilma e a manutenção de sua política externa

João Pedro Levy e Gabriel Asaf

O Isis e a violação dos Direitos Humanos

Natália Araújo

O Cosmopolítico - ISSN Eletrônico 2318-9711 - Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Attribution 4.0 License